As razões do meu apoio à iniciativa da sociedade civil, Compromisso Portugal, derivam de acreditar que a Sociedade e o País será aquilo que os Cidadãos desse País quiserem que ele seja e para que tal aconteça é preciso que Todos participem no seu desenvolvimento colocando os seus talentos e as capacidades, que Deus lhe deu ou proporcionou, ao serviço dos outros e da sociedade em geral.
Ao aderir ao Compromisso Portugal acreditei que sendo um Movimento de Lideres jovens com uma Visão moderna da Sociedade, conseguindo ultrapassar as tendências para algum domínio de elites, pudesse ser uma voz participante, de forma independente de interesses políticos e lobbies económicos, na discussão das decisões e orientações estruturantes para o futuro da nossa Sociedade. Destaco entre elas e apelo ao movimento maior empenho na sua discussão e participação:
i) Aposta forte em politicas e acções concretas, começando pelas grandes empresas e os organismos centrais e descentralizados do estado, no desenvolvimento regional que travem e invertem, não em discurso mas na prática, as assimetrias regionais, a desertificação do interior, que não favorece o País no seu todo, nem mesmo a qualidade de vida nas regiões consideradas economicamente mais desenvolvidas;
ii) Politicas e acções efectivas que impliquem uma mudança cultural e motivações para um aprendizagem permanente, suportada no apoio que as novas tecnologias de informação são exemplo, que permitem o desenvolvimento de qualificações e o envolvimento de toda a população, em qualquer local do país, com acesso não só a Informação mas essencialmente a tirar partido dessa informação incorporando-a em conhecimento e acções de inovação e de melhoria do seu desempenho pessoal e profissional nas organizações onde actuam, logo potenciando a competitividade das mesmas.
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