Portugal tem de se emancipar: de subsídio dependente a independente, de desenrasca a rigoroso e cumpridor, de trapalhão a eficiente no dia a dia, de júnior a sénior europeu. O salto qualitativo está ao nosso alcance mas não o conseguiremos dar fazendo mais do mesmo, sem inovar, criar e arriscar em modelos, formas organizativas e políticas sectoriais diferentes, encontrando novos equilíbrios mais adequados ao mundo em que hoje vivemos!